Decisão do Supremo Tribunal Federal sobre Uniões Homossexuais

A decisão do Supremo Tribunal Federal nesta última quinta-feira, dia 5 de maio de 2011, vai marcar a história do judiciário e da nação brasileira como uma das maiores infâmias perpetradas contra a família natural. Numa atitude de soberba e de superioridade patológica, os doutores da lei decretaram, ao arrepio da Constituição do Brasil, que pessoas do mesmo sexo, quando unidas em uma relação, devem ser reconhecidas pelo Estado, à luz da legislação vigente, como uma união estável.

A contrariedade é patente ao lermos o que na Carta Magna no artigo 226 e seus parágrafos está escrito. Até analfabeto funcional entenderia de forma cristalina que o legislador determinou que a união estável fosse qualidade exclusiva da relação do homem com a mulher.

O Supremo Tribunal Federal com a sua arrogância antidemocrática decretou o fechamento do Congresso Nacional. Agrediu a estabilidade democrática e conspirou contra a Constituição do Brasil. Trata-se verdadeiramente de um crime. Isso não pode passar em branco!

Infelizmente, ao longo de muitos anos, assistimos o rebaixamento das Casas Legislativas no Brasil. Homens e mulheres, com raras exceções, desprovidos de sentimento público, corruptos e malandros de toda sorte, fizeram do legislativo uma casa de negócios e prosperaram neste empreendimento.

A ousadia do Supremo Tribunal Federal decorre muito do espaço aberto pelo legislativo com a sua desmoralização constante e a cada dia mais profunda. Contudo, a sociedade brasileira não pode assistir de braços cruzados a essa festa da usurpação, que vai nos conduzindo ao convívio permanente com a imoralidade e a injustiça flagrantes.

É chegada à hora das famílias se posicionarem diante dos poderes que elas mesmas constituíram. As famílias brasileiras são as verdadeiras outorgadoras dos poderes exercidos na República e a elas toda esta estrutura tem que dar respostas às  suas demandas efetivas.

No Brasil há o inverso, o Estado aprisiona as famílias e as faz reféns dos interesses dos mandatários.

Nós cidadãos não temos obrigação nenhuma de cumprir uma legislação que afronta a moral familiar e os princípios cristãos que formaram este unido solo brasileiro.

Devemos com veemência repudiar o ego avantajado de ministros que acham que suas visões estéreis e mediocrizantes da natureza humana podem ter abrigo no direito positivo e subordinarem as mentes, os corações e as almas das pessoas.

Cabe, agora, às roucas vozes honestas do Congresso Nacional, gritarem e reposicionarem o Supremo Tribunal Federal à esfera dos mortais, aos limites constitucionais e às aspirações verdadeiras de justiça.

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